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Não confundir com Stendhal. É mesmo Estendal, esse apuradíssimo instrumento de aferição civilizacional.
Gosto de estendais. Gosto da conjugação infinita de possibilidades. Aprecio estas manifestações genuínas da condição humana, como ideias ao sabor do vento. Gosto do que deixam transparecer sobre as suas pessoas. Em criança, perdia-me a observar as linhas de roupas coloridas, embrulhadas em azul celeste. Gostava de lhes imaginar vidas felizes, em mundos diferentes do meu. Este blog é isso mesmo: o meu eterno exercício de voyeurismo. Sou eu (ainda) a tentar entender os estendais dos outros. Sobretudo, sou eu (ainda) a tentar organizar o meu. São as minhas roupas a esvoaçar.